Os nossos veículos de comunicação procuram em todos os lugares coisas para criticar e para exaltar, segundo seus interesses. A falida moralmente rede Globo, que teve suas filiais pichadas com fezes lançadas por manifestantes neste semestre, está tentando angariar apoiadores. E seguiu, para isto, o mesmo modelo dos governos populistas e populares: subiu os morros.
Notadamente, em Belo Horizonte, os escolhidos foram os ocupantes da barragem Santa Lúcia. Ocupantes foram feitos repórteres.
Nestas reportagens, valores do morro foram exaltados, como o modo de morar em casebres decorados pelos próprios moradores. Em um governo cujo slogan (um pouco óbvio) é "País rico é país sem pobreza", parece que a rede Globo, na contramão da história, quer justamente manter a pobreza como valor da virtude. Como sua auxiliar aparecem as ONGs.
ONGs e contravenção
O filme "Tropa de Elite", verdade crua e nua sobre a realidade do que ocorre nos morros cariocas, mostrou a forte ligação de conveniência entre ONGs e contravenção. Quando uma ONG pede registro, assim como uma fundação, a documentação deve conter especificação CLARA das fontes de financiamento. Ali constam os doadores, meros "laranjas" de traficantes que dominam a distribuição de drogas faturando, no mínimo, 6 milhões por ano. Além desta atividade, existem os ganhos com assaltos a carros forte e caixas eletrônicos, em que não entram diretamente, mas financiam e exigem metade ou mais dos ganhos das quadrilhas.
Desta forma, eles tem dinheiro de sobra para colocar na mão de terceiros, que criam instituições de fachada, cujo endereço muitas vezes é um lote vago, que DOAM dinheiro às ONGs.
Em Belo Horizonte atua uma ONG que está defendendo o direito dos ocupantes da barragem Santa Lúcia continuarem morando ali, e indo contra as desapropriações necessárias e decididas pelas autoridades em função da criminalidade que as favelas provocam, em face de sua posição em pontos altos dos bairros, aspecto comprovado no Rio de Janeiro e São Paulo. São incontáveis os porões e tuneis que cortam estas regiões geográficas, construídos pelos traficantes, além das barricadas que utilizam até manilhas de concreto.
O papel da contravenção ficou claro: financiar através de terceiros as ONGs. E das ONGs mal intencionadas ? Qual é o papel delas ? Tão somente PROPOR TESES.
A tese proposta pelas ONGs que atuam em morros, agora, nesta segunda década do século XXI é que FAVELA E AGLOMERADO É PATRIMÔNIO CULTURAL.
O que é um patrimônio cultural
Um Patrimônio Cultural, material ou conceitual, é algo que NOTADAMENTE se constitui em fator que determinou o crescimento de um grupo humano ou de uma nação. Perguntamos: indústrias são patrimônio cultural ? As ruínas da fábrica de borracha de Henry Ford na amazônia são um Patrimônio, mas uma indústria de fogos não. Os campos de concentração, presídios como o de Alcatraz, e as casamatas das praias da Normandia também o são.
Em que categoria se encaixariam as favelas ? As igrejas e casas das cidades históricas são um registro da época, e ainda podem ser usadas para seu fim. Mas as casas dos morros, depois de desocupadas, podem ? Alguém vai querer morar nelas. E mais, hoje elas estão em seu tempo ? Este tipo de moradia remonta a idade média, mas foi estabelecido no século XX, como uma espécie de abrigo para se morar "na rua entre paredes".
Moradores de rua costumam improvisar casas de papelão e ir reforçando aos poucos com material pego na rua. Será que este tipo de moradia também deve ser tombado como patrimônio ?
O patrimônio é algo que espelha o modo de manifestação e construção DENTRO DE SUA ÉPOCA GENUÍNA, devido às razões de evolução de cultura lógicas da época. O casebre DEVE preceder, e não SUCEDER a moradia normal de hoje, com isolamento eficiente para manutenção da saúde física e mental de seus moradores.
As moradias populares
Então vem o governo, cuja função é defender Educação e Saúde, e faz as casas populares, e desapropria terrenos, conforme reza a nossa constituição. Então se levantam oportunistas e "financiados" para dizer que as casas que estão nestes terrenos, que não propiciam saúde, são Patrimônio. Isto é fazer o povo de otário e manipulado.
Mas existe algo conveniente por detrás de manter o povo em aglomerados: as eleições. Os políticos perdem seus currais eleitorais, a cada família que deixa de sofrer as CONSTANTES AMEAÇAS dos traficantes. Eles ditam em quem a população vota. E é possível saber, não individualmente, mas coletivamente, pelas seções eleitorais, se as pessoas do aglomerado votaram ou não nos candidatos determinados pela direção do tráfico.O próprio esquema de seções eleitorais por área geográfica já é um artifício do Sistema Eleitoral, a serviço dos políticos e financiadores de campanhas.
Segurança
A ênfase deste nosso tempo conturbado é SEGURANÇA. A inclinação da população está tão arraigada no GANHO FÁCIL, que os riscos de não se aproveitar a própria vida aumentaram demais. E este raciocínio se torna um ciclo vicioso. Na expectativa que a vida pode não durar muito, pessoas resolvem aproveitar TUDO AGORA, e se jogam no crime.
Traficantes confessam que sabem que sua vida é curta, mas que neste CURTO espaço de tempo, o prazer é enorme. Não há preocupação com a alma, e sim só o físico. Eles dormem cada dia numa casa. E chamam isto de vida. Pequenas gangues sonham em ser grandes gangues, e disputam territórios. O goleiro Bruno, com seus comparsas, pretendia dominar o tráfico em Ribeirão das Neves, mas encontrou um obstáculo em uma moça que queria entregar tudo, em troca de dinheiro. Nesta semana (26/09/2013), uma moça morreu atingida por bala perdida de troca de tiros na avenida Arthur Bernardes, na orla da barragem Santa Lúcia. É o ambiente que se revela propício à contravenção, pela presença do aglomerado de casas e pessoas.
Conclusão
Pergunte a si mesmo:
Seria a contravenção patrimônio cultural ?
Seria também o inferno uma herança a se resguardar ?
Estariam as ONGs a serviço do povo ou de interesses particulares ?
Estaria a mídia (particularmente a rede Globo) realmente interessada em resolver os problemas sociais ?
Interessa politicamente acabar com os aglomerados ?
Interessa legalizar as drogas ?
Pense e responda à estas perguntas.
domingo, 29 de setembro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Onda de calor em BH: de 34 a 37 graus
Antes do Verão entrar, o calor está mostrando o seu poder.
Nesta primavera, Belo Horizonte, uma verdadeira "frigideira coberta de asfalto" está enfrentando temperaturas extremas. De manhã já começamos com 28 graus, quando ainda prevalece o frescor da noite. Na hora do almoço temos de 34 a 35 graus. E de tarde, quando as numerosas construções absorvem e liberam calor em ondas, junto ao teor aumentado de gás carbônico oriundo dos escapamentos de uma quantidade assombrosa de veículos rodando nas ruas, a coisa toda pode chegar a 37 graus.
Estas temperaturas não se constituem no normal de nossa cidade. Os motivos estão no parágrafo anterior. A gestão pública vai ter que pensar em escalonamento de horários, novo revestimento de vias públicas (não ao asfalto) e zonas de comércio mais próximas das pessoas nos bairros. É preciso incentivar as pessoas a morarem mais perto do seu trabalho.
Engarrafamentos e movimento de pessoas através de veículos próprios são fatores de aquecimento do espaço público. As árvores e canteiros são cada vez menos numerosos. Os prédios altos produzem sombra e vento, mas também exalam calor de noite, devido ao alto fator de absorção do concreto.
Muitos conceitos de construção de cidades e de trânsito tem que ser revistos.
Nesta primavera, Belo Horizonte, uma verdadeira "frigideira coberta de asfalto" está enfrentando temperaturas extremas. De manhã já começamos com 28 graus, quando ainda prevalece o frescor da noite. Na hora do almoço temos de 34 a 35 graus. E de tarde, quando as numerosas construções absorvem e liberam calor em ondas, junto ao teor aumentado de gás carbônico oriundo dos escapamentos de uma quantidade assombrosa de veículos rodando nas ruas, a coisa toda pode chegar a 37 graus.
Estas temperaturas não se constituem no normal de nossa cidade. Os motivos estão no parágrafo anterior. A gestão pública vai ter que pensar em escalonamento de horários, novo revestimento de vias públicas (não ao asfalto) e zonas de comércio mais próximas das pessoas nos bairros. É preciso incentivar as pessoas a morarem mais perto do seu trabalho.
Engarrafamentos e movimento de pessoas através de veículos próprios são fatores de aquecimento do espaço público. As árvores e canteiros são cada vez menos numerosos. Os prédios altos produzem sombra e vento, mas também exalam calor de noite, devido ao alto fator de absorção do concreto.
Muitos conceitos de construção de cidades e de trânsito tem que ser revistos.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Márcio Lacerda quer ser candidato a governador
Que coisa, né !? Digo como bom mineiro.
Olha só, depois de tantas manifestações de rua, está claro que teremos um verdadeiro fenômeno eleitoral em 2014. Ou teremos um vendaval de votos nulos, ou uma enxurrada de votos brancos. Acho que os brasileiros nem vão querer eleger ninguém e só farão a sua obrigação.
O próximo prefeito de BH vai sofrer com manifestações. O treino da invasão da câmara só preparou uma futura ocupação da Prefeitura. Tem gente querendo mudá-la de lugar, para tirá-la da área central, e muitas são as desculpas, e um só o propósito:
Tornar qualquer manifestação INVISÍVEL e INÚTIL
Márcio Lacerda
Fenômeno de um tempo em que o povo ficou adormecido, Márcio Lacerda, um desconhecido no campo da política, pois não é político, e muito menos Gestor Público, veio cair em BH trazido pela existência peçonhenta de Aécio Neves, outro exemplo de nulidade, cheio de propósitos, mas que nunca termina nada. E assim é o seu protegido Márcio Lacerda. Quis até começar, mas nem o que pegou no meio do caminho conseguiu terminar.
Seu falar imita o seu agir. Hesitante, lento, não parece alegre e nem triste, não concorda e nem discorda, não arranca e nem freia, não fede e nem cheira. Não é quente e nem frio.
Para Governador ? Nunca
Se para prefeito não servia, para governador não chega nem a ser um último lugar.
Belo Horizontino e mineiro, não entregue o nosso rico Estado de Minas Gerais para esta simulação de Gestor. Pense bem. Você quer que o conluio do transporte público continue ? Quer ficar em filas de ônibus ? Quer perder o ônibus amarelo porque a incompetência obrigou a colocar a linha em alguns ônibus azuis de reposição ? Quer ver os professores municipais atingirem o mais baixo estado de miséria ? Quer superfaturamento no BRT ? Quer como governador um prefeito que queria desviar dinheiro da saúde para obras da Copa ?
Então vota nele. Mas se tiver vergonha, mude de canal ou desligue o rádio quando este inexpressivo abrir a boca para te enganar.
Olha só, depois de tantas manifestações de rua, está claro que teremos um verdadeiro fenômeno eleitoral em 2014. Ou teremos um vendaval de votos nulos, ou uma enxurrada de votos brancos. Acho que os brasileiros nem vão querer eleger ninguém e só farão a sua obrigação.
O próximo prefeito de BH vai sofrer com manifestações. O treino da invasão da câmara só preparou uma futura ocupação da Prefeitura. Tem gente querendo mudá-la de lugar, para tirá-la da área central, e muitas são as desculpas, e um só o propósito:
Tornar qualquer manifestação INVISÍVEL e INÚTIL
Márcio Lacerda
Fenômeno de um tempo em que o povo ficou adormecido, Márcio Lacerda, um desconhecido no campo da política, pois não é político, e muito menos Gestor Público, veio cair em BH trazido pela existência peçonhenta de Aécio Neves, outro exemplo de nulidade, cheio de propósitos, mas que nunca termina nada. E assim é o seu protegido Márcio Lacerda. Quis até começar, mas nem o que pegou no meio do caminho conseguiu terminar.
Seu falar imita o seu agir. Hesitante, lento, não parece alegre e nem triste, não concorda e nem discorda, não arranca e nem freia, não fede e nem cheira. Não é quente e nem frio.
Para Governador ? Nunca
Se para prefeito não servia, para governador não chega nem a ser um último lugar.
Belo Horizontino e mineiro, não entregue o nosso rico Estado de Minas Gerais para esta simulação de Gestor. Pense bem. Você quer que o conluio do transporte público continue ? Quer ficar em filas de ônibus ? Quer perder o ônibus amarelo porque a incompetência obrigou a colocar a linha em alguns ônibus azuis de reposição ? Quer ver os professores municipais atingirem o mais baixo estado de miséria ? Quer superfaturamento no BRT ? Quer como governador um prefeito que queria desviar dinheiro da saúde para obras da Copa ?
Então vota nele. Mas se tiver vergonha, mude de canal ou desligue o rádio quando este inexpressivo abrir a boca para te enganar.
sábado, 17 de agosto de 2013
Mal Atendido no Café do POnto - Diamond Mall
Se entramos num Shopping, estamos procurando por conforto. Se entramos num Shopping muito bom, em área nobre, queremos ter mais conforto ainda.
Outro dia, sentamos em uma mesa próxima ao "Café do Ponto", na loja que pertence ao Shopping Diamond Mall, no bairro Lourdes. Alto padrão de Shopping, pelo menos para a provinciana cidade de Belo Horizonte.
Ficamos na mesa uns bons 10 minutos, sem que nenhuma das atendentes se dignasse a vir nos servir. Havia três delas. Aproximamo-nos do balcão, para averiguar o motivo do desprezo. Uma arrumava um armário. Outra estava encostada num balcão, olhando para o vazio, e uma outra lavava algumas coisas.
Então, no nosso direito, intimamos uma delas a nos atender, pois mesmo uns 3 minutos no balcão não foram suficientes para que elas ligassem o "desconfiômetro". Fizemos o pedido, e sentamos. Em mais um comportamento típico de brasileiros, uma delas gritou do balcão que buscássemos o pão de queijo. Depois foi o café.
Isto é padrão de Shopping ? Isto é comportamento de atendentes de Shopping ?
Na hora de pedir o emprego, aceitam qualquer coisa, depois, é isto.
Isto é o Brasil. A maior parte faz pouco do emprego, e não tem a educação BÁSICA. Tem gente que não merece o emprego que tem. O tio Lula e a tia Dilma passam a mão na cabeça do povo.
Outro dia, sentamos em uma mesa próxima ao "Café do Ponto", na loja que pertence ao Shopping Diamond Mall, no bairro Lourdes. Alto padrão de Shopping, pelo menos para a provinciana cidade de Belo Horizonte.
Ficamos na mesa uns bons 10 minutos, sem que nenhuma das atendentes se dignasse a vir nos servir. Havia três delas. Aproximamo-nos do balcão, para averiguar o motivo do desprezo. Uma arrumava um armário. Outra estava encostada num balcão, olhando para o vazio, e uma outra lavava algumas coisas.
Então, no nosso direito, intimamos uma delas a nos atender, pois mesmo uns 3 minutos no balcão não foram suficientes para que elas ligassem o "desconfiômetro". Fizemos o pedido, e sentamos. Em mais um comportamento típico de brasileiros, uma delas gritou do balcão que buscássemos o pão de queijo. Depois foi o café.
Isto é padrão de Shopping ? Isto é comportamento de atendentes de Shopping ?
Na hora de pedir o emprego, aceitam qualquer coisa, depois, é isto.
Isto é o Brasil. A maior parte faz pouco do emprego, e não tem a educação BÁSICA. Tem gente que não merece o emprego que tem. O tio Lula e a tia Dilma passam a mão na cabeça do povo.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
Passagem de ônibus em BH é reduzida em R$ 0,15 (15 centavos)
Para se atender demandas populares, num país que repousa sobre um emaranhado complicado de leis, é preciso fazer um grande esforço.
O sistema tributário se liga às tarifas como um polvo repleto de tentáculos. Retirando-se o ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), temos uma redução de R$ 0,05 nas passagens. Retirando-se o ABSURDO CGO (Custo de Gerenciamento Operacional) temos mais uma redução de R$ 0,05. Dizemos ABSURDO porque não se cogita em cobrar custo operacional de um Serviço Público pois, como uma obrigação do Estado ou Município, a OPERAÇÃO do mesmo é obrigatória e deve ser colocada em conta de despesa não transferível para tarifa. O mesmo princípio podemos utilizar para ISSQN. Ele nem sequer deveria existir. E mais R$ 0,05 vieram da retirada do PIS/COFINS.
ISSQN
Vamos dividir o ISSQN em dois impostos hipotéticos:
ISSAL - Imposto Sobre Serviços de Alta Lucratividade. Neste tipo poderíamos incluir Serviços considerados de luxo, como Instalação de Infra-Estrutura para Festas. Sim, este poderia ser taxado por corresponder a algo que não influi diretamente na vida de toda a coletividade.
ISSP - Imposto Sobre Serviços Públicos. Este deveria ser nulo.
Como no serviço de transporte público, aplicaríamos o ISSP, compreende-se facilmente que não se taxa este tipo de serviço. É um ABSURDO lógico.
Impostos sobrepostos
Mas vamos mais a fundo nesta discussão. Tomemos o exemplo de um assalariado. Para princípio de todas as conversas, 10 % (dez por cento, um décimo) do salário desta pessoa é Retido na Fonte, ou seja, a pessoa não recebe. Em outras palavras, o assalariado é um 90 % por natureza. Tem outras cobranças, como a Previdência Oficial (INSS). Até aí, tudo bem, aceitamos em benefício da coletividade.
Agora vem a segunda parte do problema dos impostos. Ao ir ao restaurante, ao ir na farmácia comprar remédios, ou no supermercado, loja de eletrodomésticos, etc, você paga impostos sobre a compra de produtos. Mas, veja bem, você já foi taxado logo de saída no seu salário, por que pagar mais imposto sobre aquilo que representa seu poder de compra e também o MOTOR DA ECONOMIA. O consumidor, por mover a economia, deveria receber um BONUS, um Royaltie por manter a máquina do PRODUZ e CONSOME em funcionamento. Imposto reduz poder de compra.
Além desta visão sobre consumo reside a verdade que AUMENTA A ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS DA INDÚSTRIA. Ela é que está capacitada a pagar impostos, pela robustez e solidez de sua situação econômica. Ela é que OBTEVE A LICENÇA PARA PRODUZIR (pois o consumidor não tem este lastro econômico) POR VONTADE PRÓPRIA. A indústria faz a sua produção com base em uma LICENÇA das federações para fazê-lo. Ela não começa simplesmente a produzir. É preciso providenciar o local, obter licenças ambientais, registros, autorizações, etc.
O industrial tinha que ter esta visão. Ele é um privilegiado econômico. Ele pode fabricar e vender, diretamente ou por representantes. E estes representantes não podem ser onerados com impostos, pois estariam pagando imposto sobre imposto, e seu sustento é sua comissão, que é apenas uma fração do LUCRO que a Indústria obtém.
Diagrama
Convencionemos os seguintes parâmetros de referência com suas fontes. O Imposto de Renda Retido na fonte na sua menor alíquota é de 10 %. Segundo o Anuário Brasileiro da Alimentação Fora do Lar, uma pessoa com salário entre R$ 1 mil e R$ 4 mil gasta 21 % do salário com alimentação. Segundo a pesquisadora de problemas urbanos de Ivana Ebel, que analisou o problema das manifestações no Brasil, o trabalhador brasileiro pode gastar até 30 % do seu salário em transporte.
Veja, no final, a carga de impostos apenas sobre 2 parâmetros que fazem parte da vida das pessoas mais comuns de nossa sociedade. Quase a metade do salário do trabalhador é ENGOLIDA por impostos, gastos com alimentação e transporte. O gasto com transporte para o trabalho chega a ser maior que o da alimentação, um verdadeiro descalabro econômico e social.
Dá para entender porque a população se revoltou.
O sistema tributário se liga às tarifas como um polvo repleto de tentáculos. Retirando-se o ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), temos uma redução de R$ 0,05 nas passagens. Retirando-se o ABSURDO CGO (Custo de Gerenciamento Operacional) temos mais uma redução de R$ 0,05. Dizemos ABSURDO porque não se cogita em cobrar custo operacional de um Serviço Público pois, como uma obrigação do Estado ou Município, a OPERAÇÃO do mesmo é obrigatória e deve ser colocada em conta de despesa não transferível para tarifa. O mesmo princípio podemos utilizar para ISSQN. Ele nem sequer deveria existir. E mais R$ 0,05 vieram da retirada do PIS/COFINS.
ISSQN
Vamos dividir o ISSQN em dois impostos hipotéticos:
ISSAL - Imposto Sobre Serviços de Alta Lucratividade. Neste tipo poderíamos incluir Serviços considerados de luxo, como Instalação de Infra-Estrutura para Festas. Sim, este poderia ser taxado por corresponder a algo que não influi diretamente na vida de toda a coletividade.
ISSP - Imposto Sobre Serviços Públicos. Este deveria ser nulo.
Como no serviço de transporte público, aplicaríamos o ISSP, compreende-se facilmente que não se taxa este tipo de serviço. É um ABSURDO lógico.
Impostos sobrepostos
Mas vamos mais a fundo nesta discussão. Tomemos o exemplo de um assalariado. Para princípio de todas as conversas, 10 % (dez por cento, um décimo) do salário desta pessoa é Retido na Fonte, ou seja, a pessoa não recebe. Em outras palavras, o assalariado é um 90 % por natureza. Tem outras cobranças, como a Previdência Oficial (INSS). Até aí, tudo bem, aceitamos em benefício da coletividade.
Agora vem a segunda parte do problema dos impostos. Ao ir ao restaurante, ao ir na farmácia comprar remédios, ou no supermercado, loja de eletrodomésticos, etc, você paga impostos sobre a compra de produtos. Mas, veja bem, você já foi taxado logo de saída no seu salário, por que pagar mais imposto sobre aquilo que representa seu poder de compra e também o MOTOR DA ECONOMIA. O consumidor, por mover a economia, deveria receber um BONUS, um Royaltie por manter a máquina do PRODUZ e CONSOME em funcionamento. Imposto reduz poder de compra.
Além desta visão sobre consumo reside a verdade que AUMENTA A ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS DA INDÚSTRIA. Ela é que está capacitada a pagar impostos, pela robustez e solidez de sua situação econômica. Ela é que OBTEVE A LICENÇA PARA PRODUZIR (pois o consumidor não tem este lastro econômico) POR VONTADE PRÓPRIA. A indústria faz a sua produção com base em uma LICENÇA das federações para fazê-lo. Ela não começa simplesmente a produzir. É preciso providenciar o local, obter licenças ambientais, registros, autorizações, etc.
O industrial tinha que ter esta visão. Ele é um privilegiado econômico. Ele pode fabricar e vender, diretamente ou por representantes. E estes representantes não podem ser onerados com impostos, pois estariam pagando imposto sobre imposto, e seu sustento é sua comissão, que é apenas uma fração do LUCRO que a Indústria obtém.
Diagrama
Convencionemos os seguintes parâmetros de referência com suas fontes. O Imposto de Renda Retido na fonte na sua menor alíquota é de 10 %. Segundo o Anuário Brasileiro da Alimentação Fora do Lar, uma pessoa com salário entre R$ 1 mil e R$ 4 mil gasta 21 % do salário com alimentação. Segundo a pesquisadora de problemas urbanos de Ivana Ebel, que analisou o problema das manifestações no Brasil, o trabalhador brasileiro pode gastar até 30 % do seu salário em transporte.
Veja, no final, a carga de impostos apenas sobre 2 parâmetros que fazem parte da vida das pessoas mais comuns de nossa sociedade. Quase a metade do salário do trabalhador é ENGOLIDA por impostos, gastos com alimentação e transporte. O gasto com transporte para o trabalho chega a ser maior que o da alimentação, um verdadeiro descalabro econômico e social.
Dá para entender porque a população se revoltou.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Vitória na Copa das Confederações não entusiasma brasileiros
Durante o jogo do Brasil contra a Espanha, final da Copa das Confederações de 2013, até que o torcedor se manifestou. Mas somente pelo momento máximo de uma partida de futebol: O GOL. Depois disto, o que se observou pelas ruas foi um silêncio.
Sim, finalmente o brasileiro compreendeu que o futebol e outras manifestações como samba, pagode, churrasco, cerveja e outros não compõem o rol de valores que constroem uma nação. Esta Revolução Constitucionalista de 2013 acordou os incautos e iludidos.
Este post tem o tamanho proporcional à importância desta Copa para os brasileiros.
Sim, finalmente o brasileiro compreendeu que o futebol e outras manifestações como samba, pagode, churrasco, cerveja e outros não compõem o rol de valores que constroem uma nação. Esta Revolução Constitucionalista de 2013 acordou os incautos e iludidos.
Este post tem o tamanho proporcional à importância desta Copa para os brasileiros.
Assinar:
Postagens (Atom)


