Sinal dos tempos modernos, as maquininhas de marcação de corridas e de cartões de crédito para taxis estão facilitando a vida dos passageiros.
A Unitaxi envia ao cliente a confirmação da corrida, com protocolo e tudo, sinal de respeito e de modernidade. Já a Comotaxi age com total desrespeito aos ... como diríamos. Não podemos dizer clientes pois eles nos encaram mais como um estorvo, como um incômodo. Eles atendem a empresas também, então não mandam confirmação. E você fica esperando o taxi que eles prometem em 15 minutos, mas que nunca chega. Você telefona para reclamar e eles falam que não tem pedido para o seu endereço. Ai você aperta e eles falam "ah, tem sim, só não tem carro para atender".
A Comotaxi é uma Cooperativa que tem que sofrer a cassação de seu registro. Para taxis tem que ser formadas companhias, com contrato de concessão e multas por não atender.
Não peça Comotaxi. E avise aos seus amigos e inimigos para não utilizarem esta Cooperativa.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Relatório de Ocorrência 27/02/2013 - Chuva em BH
Após várias semanas de seca e calor entre 31 e 35 graus, Belo Horizonte se transformou num caos devido a uma chuva que começou na Zona Norte, passou pela Savassi mostrando grande intensidade e acabou na Região Sul.
Os semáforos entraram em regime de Amarelo Piscante, e o trânsito começou a engarrafar na Avenida Nossa Senhora do Carmo e Raja Gabáglia, trazendo reflexos para a Avenida Arthur Bernardes e Prudente de Morais, espalhando seus efeitos nas subidas e descidas do bairro Santo Antônio.
O problema se estendeu para a tradicional falta de energia em algumas regiões, COMO SEMPRE.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Casas Antigas XXX - Rua Rafael Magalhães
Árvores I - Rua Carangola
Esta árvore frondosa (uma Quaresmeira) fica na rua Carangola, quase esquina com a rua Congonhas, no bairro Santo Antônio.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Falha no sistema da CEMIG provoca blecaute em toda BH
Uma falha no sistema de distribuição da CEMIG provocou uma queda de energia rápida mas generalizada de eletricidade em grande parte de BH por volta das 16 horas. Apesar das notícias de que ela foi observada somente na região Centro-Sul e Leste, temos informações de consumidores da região Norte (Pampulha e bairro Primeiro de Maio) também foram afetados.
Não faz sentido uma pane sem que tenham ocorrido chuvas à tarde, e uma investigação técnica seria muito bem vinda neste caso.
O fato pode ter sido coincidência com a volta de grande parte da população que estava de férias, corroborado pelo volume de trânsito observado pela manhã e à tarde na cidade. Também não fica descartado um boicote às medidas de redução da tarifa pela presidente Dilma Roussef, já que a CEMIG possui muitos lobbistas declarados ou camuflados.
Na rede social Facebook está sendo veiculada uma campanha de desagravo à CEMIG, pelo péssimo serviço oferecido à população, junto com uma tarifa cara, a mais cara do Brasil. O excesso de interesses políticos que rodeia a CEMIG pode torná-la inviável, e provocar um caos no fornecimento de energia no Estado de Minas Gerais.
Não faz sentido uma pane sem que tenham ocorrido chuvas à tarde, e uma investigação técnica seria muito bem vinda neste caso.
O fato pode ter sido coincidência com a volta de grande parte da população que estava de férias, corroborado pelo volume de trânsito observado pela manhã e à tarde na cidade. Também não fica descartado um boicote às medidas de redução da tarifa pela presidente Dilma Roussef, já que a CEMIG possui muitos lobbistas declarados ou camuflados.
Na rede social Facebook está sendo veiculada uma campanha de desagravo à CEMIG, pelo péssimo serviço oferecido à população, junto com uma tarifa cara, a mais cara do Brasil. O excesso de interesses políticos que rodeia a CEMIG pode torná-la inviável, e provocar um caos no fornecimento de energia no Estado de Minas Gerais.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
O Jornalismo, a Televisão e Facebook como agentes do Caos
Pense bem, muitos dos problemas urbanos tanto de infra-estrutura quanto de comportamento dos cidadãos se deve às más influências do Jornal e da TV.
Jornal
As capas dos jornais já são "tramadas" para chamar a atenção sobre alguma coisa que incomoda no cenário urbano, mas com abordagens pessimistas. Título como:
Só tende a piorar;
Prepare-se para a mordida do Leão;
Trânsito vira um inferno na volta às aulas;
Metrô vai atrasar;
O dinheiro foi pro ralo.
Já foi dito que a imprensa existe mais para alarmar do que para informar. Informar custa tempo e pesquisa, coisas que o jornalista diário não tem. Aliás, o jornalista de hoje não conhece coisas simples como conversão de unidades, tanto de massa quanto monetárias.
A Televisão
A televisão possui o forte apelo do "ser visto". Os próprios apresentadores americanos falam seu nome, não como assinatura da reportagem, e sim mais para o lado do "fui eu quem fiz". Os telespectadores não estão nem aí para isto.
Os entrevistados também, mesmo sendo cientistas, professores, engenheiros, estão mais interessados em aparecer, para depois se verem, do que em informar à população sobre algo grave ou inovador que está acontecendo. Em níveis mais graves estão aqueles cientistas, como os do efeito estufa, que aderiram à linha de um ou outro jornal, para aparecerem, como uma espécie de profetas do Apocalipse, para angariarem convites para proferirem palestras, muitas delas pagas.
Duplo caminho
Então, como conclusão, temos a união da fome com a vontade de comer: de um lado a imprensa querendo forçar uma tese (a pior, pois esta é que vende) e do outro um ou mais cientistas ou profissionais do povo querendo aparecer aderindo àquela tese, pois esta é aquela que o povo quer ouvir.
O povo, NÓS, também somos culpados, pois somos como os urubus consumindo o lixo da informação.
Redes Sociais
O mesmo fenômeno ocorre nas redes sociais. Agora o povo pode, ele mesmo, lançar suas teses e aparecer. E a técnica é colocar aquilo que os outros gostam de ouvir ou de ver, mesmo que o seu pensamento não seja aquele. Chamaríamos a isto de efeito espelho, tanto do lado de quem põe, quanto do lado de quem vê.
Jornal
As capas dos jornais já são "tramadas" para chamar a atenção sobre alguma coisa que incomoda no cenário urbano, mas com abordagens pessimistas. Título como:
Só tende a piorar;
Prepare-se para a mordida do Leão;
Trânsito vira um inferno na volta às aulas;
Metrô vai atrasar;
O dinheiro foi pro ralo.
Já foi dito que a imprensa existe mais para alarmar do que para informar. Informar custa tempo e pesquisa, coisas que o jornalista diário não tem. Aliás, o jornalista de hoje não conhece coisas simples como conversão de unidades, tanto de massa quanto monetárias.
A Televisão
A televisão possui o forte apelo do "ser visto". Os próprios apresentadores americanos falam seu nome, não como assinatura da reportagem, e sim mais para o lado do "fui eu quem fiz". Os telespectadores não estão nem aí para isto.
Os entrevistados também, mesmo sendo cientistas, professores, engenheiros, estão mais interessados em aparecer, para depois se verem, do que em informar à população sobre algo grave ou inovador que está acontecendo. Em níveis mais graves estão aqueles cientistas, como os do efeito estufa, que aderiram à linha de um ou outro jornal, para aparecerem, como uma espécie de profetas do Apocalipse, para angariarem convites para proferirem palestras, muitas delas pagas.
Duplo caminho
Então, como conclusão, temos a união da fome com a vontade de comer: de um lado a imprensa querendo forçar uma tese (a pior, pois esta é que vende) e do outro um ou mais cientistas ou profissionais do povo querendo aparecer aderindo àquela tese, pois esta é aquela que o povo quer ouvir.
O povo, NÓS, também somos culpados, pois somos como os urubus consumindo o lixo da informação.
Redes Sociais
O mesmo fenômeno ocorre nas redes sociais. Agora o povo pode, ele mesmo, lançar suas teses e aparecer. E a técnica é colocar aquilo que os outros gostam de ouvir ou de ver, mesmo que o seu pensamento não seja aquele. Chamaríamos a isto de efeito espelho, tanto do lado de quem põe, quanto do lado de quem vê.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Papa Bento XVI renuncia - No habemus Papa
No meio do carnaval, de notícias óbvias - jovem morre aqui, baile ocorre ali - um fato inédito acontece: o Papa renuncia.
O motivo: velhice. Se eles já entram depois de uma longa carreira, que lhes consome os anos, não lhes resta, depois de eleitos, de muitos anos de produtividade. E como ele mesmo disse, em seu ato de renúncia, hoje o mundo exige muito mais vigor. Mais lugares para visitar, mais enfrentamento de multidões, estas, aliás, mais numerosas e turbulentas. Mais canais de TV, mais redes jornalísticas cobrando comentários, mais fatos dramáticos ocorrendo.
Mas não seria este problema resolvido com a solução mais comum de grandes empresas (o Vaticano é uma empresa da fé), ou seja, a descentralização ? Por que, com a Internet, com as Webconferências, o sumo Pontífice teria que se deslocar tanto ? Não poderiam seus cardeais fazerem seu trabalho, com maior mobilidade ?
Acontece que no catolicismo, existe uma espécie de "idolatria" da figura do Papa, coisa que até vai contra as escrituras. O povo quer ver o Papa, pois a Deus não pode ver.
O Banco do Vaticano
Sugerimos ao leitor deste blog que assista ao filme "A Confissão" com Michael Caine. Ele explica como o dinheiro dos judeus franceses expropriados na segunda guerra mundial foi parar nas mão da Igreja Católica, e portanto dentro dos cofres do Banco do Vaticano. E a direção deste é disputada a tapa no Vaticano, devido ao montante de bilhões custodiado por este Bandco.
E o que tiramos deste fato ?
Existe a hora de largar o que fizemos muitos anos. Existem pessoas presas ao poder, que lhe tomam amor, e acabam prejudicando a sociedade, as vezes até porque não querem largar o dinheiro resultante de sua atividade. Pelo menos o Papa deu um exemplo.
O motivo: velhice. Se eles já entram depois de uma longa carreira, que lhes consome os anos, não lhes resta, depois de eleitos, de muitos anos de produtividade. E como ele mesmo disse, em seu ato de renúncia, hoje o mundo exige muito mais vigor. Mais lugares para visitar, mais enfrentamento de multidões, estas, aliás, mais numerosas e turbulentas. Mais canais de TV, mais redes jornalísticas cobrando comentários, mais fatos dramáticos ocorrendo.
Mas não seria este problema resolvido com a solução mais comum de grandes empresas (o Vaticano é uma empresa da fé), ou seja, a descentralização ? Por que, com a Internet, com as Webconferências, o sumo Pontífice teria que se deslocar tanto ? Não poderiam seus cardeais fazerem seu trabalho, com maior mobilidade ?
Acontece que no catolicismo, existe uma espécie de "idolatria" da figura do Papa, coisa que até vai contra as escrituras. O povo quer ver o Papa, pois a Deus não pode ver.
O Banco do Vaticano
Sugerimos ao leitor deste blog que assista ao filme "A Confissão" com Michael Caine. Ele explica como o dinheiro dos judeus franceses expropriados na segunda guerra mundial foi parar nas mão da Igreja Católica, e portanto dentro dos cofres do Banco do Vaticano. E a direção deste é disputada a tapa no Vaticano, devido ao montante de bilhões custodiado por este Bandco.
E o que tiramos deste fato ?
Existe a hora de largar o que fizemos muitos anos. Existem pessoas presas ao poder, que lhe tomam amor, e acabam prejudicando a sociedade, as vezes até porque não querem largar o dinheiro resultante de sua atividade. Pelo menos o Papa deu um exemplo.
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