quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Márcio Lacerda quer ser candidato a governador

Que coisa, né !? Digo como bom mineiro.

Olha só, depois de tantas manifestações de rua, está claro que teremos um verdadeiro fenômeno eleitoral em 2014. Ou teremos um vendaval de votos nulos, ou uma enxurrada de votos brancos. Acho que os brasileiros nem vão querer eleger ninguém e só farão a sua obrigação.

O próximo prefeito de BH vai sofrer com manifestações. O treino da invasão da câmara só preparou uma futura ocupação da Prefeitura. Tem gente querendo mudá-la de lugar, para tirá-la da área central, e muitas são as desculpas, e um só o propósito:

Tornar qualquer manifestação INVISÍVEL e INÚTIL

Márcio Lacerda

Fenômeno de um tempo em que o povo ficou adormecido, Márcio Lacerda, um desconhecido no campo da política, pois não é político, e muito menos Gestor Público, veio cair em BH trazido pela existência peçonhenta de Aécio Neves, outro exemplo de nulidade, cheio de propósitos, mas que nunca termina nada. E assim é o seu protegido Márcio Lacerda. Quis até começar, mas nem o que pegou no meio do caminho conseguiu terminar.

Seu falar imita o seu agir. Hesitante, lento, não parece alegre e nem triste, não concorda e nem discorda, não arranca e nem freia, não fede e nem cheira. Não é quente e nem frio.

Para Governador ? Nunca

Se para prefeito não servia, para governador não chega nem a ser um último lugar.

Belo Horizontino e mineiro, não entregue o nosso rico Estado de Minas Gerais para esta simulação de Gestor. Pense bem. Você quer que o conluio do transporte público continue ? Quer ficar em filas de ônibus ? Quer perder o ônibus amarelo porque a incompetência obrigou a colocar a linha em alguns ônibus azuis de reposição ? Quer ver os professores municipais atingirem o mais baixo estado de miséria ? Quer superfaturamento no BRT ? Quer como governador um prefeito que queria desviar dinheiro da saúde para obras da Copa ?

Então vota nele. Mas se tiver vergonha, mude de canal ou desligue o rádio quando este inexpressivo abrir a boca para te enganar.

sábado, 17 de agosto de 2013

Mal Atendido no Café do POnto - Diamond Mall

Se entramos num Shopping, estamos procurando por conforto. Se entramos num Shopping muito bom, em área nobre, queremos ter mais conforto ainda.

Outro dia, sentamos em uma mesa próxima ao "Café do Ponto", na loja que pertence ao Shopping Diamond Mall, no bairro Lourdes. Alto padrão de Shopping, pelo menos para a provinciana cidade de Belo Horizonte.

Ficamos na mesa uns bons 10 minutos, sem que nenhuma das atendentes se dignasse a vir nos servir. Havia três delas. Aproximamo-nos do balcão, para averiguar o motivo do desprezo. Uma arrumava um armário. Outra estava encostada num balcão, olhando para o vazio, e uma outra lavava algumas coisas.

Então, no nosso direito, intimamos uma delas a nos atender, pois mesmo uns 3 minutos no balcão não foram suficientes para que elas ligassem o "desconfiômetro". Fizemos o pedido, e sentamos. Em mais um comportamento típico de brasileiros, uma delas gritou do balcão que buscássemos o pão de queijo. Depois foi o café.

Isto é padrão de Shopping ? Isto é comportamento de atendentes de Shopping ?

Na hora de pedir o emprego, aceitam qualquer coisa, depois, é isto.


Isto é o Brasil. A maior parte faz pouco do emprego, e não tem a educação BÁSICA. Tem gente que não merece o emprego que tem. O tio Lula e a tia Dilma passam a mão na cabeça do povo.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Passagem de ônibus em BH é reduzida em R$ 0,15 (15 centavos)

Para se atender demandas populares, num país que repousa sobre um emaranhado complicado de leis, é preciso fazer um grande esforço.

O sistema tributário se liga às tarifas como um polvo repleto de tentáculos. Retirando-se o ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), temos uma redução de R$ 0,05 nas passagens. Retirando-se o ABSURDO CGO (Custo de Gerenciamento Operacional) temos mais uma redução de R$ 0,05. Dizemos ABSURDO porque não se cogita em cobrar custo operacional de um Serviço Público pois, como uma obrigação do Estado ou Município, a OPERAÇÃO do mesmo é obrigatória e deve ser colocada em conta de despesa não transferível para tarifa. O mesmo princípio podemos utilizar para ISSQN. Ele nem sequer deveria existir. E mais R$ 0,05 vieram da retirada do PIS/COFINS.

ISSQN

Vamos dividir o ISSQN em dois impostos hipotéticos:

ISSAL - Imposto Sobre Serviços de Alta Lucratividade. Neste tipo poderíamos incluir Serviços considerados de luxo, como Instalação de Infra-Estrutura para Festas. Sim, este poderia ser taxado por corresponder a algo que não influi diretamente na vida de toda a coletividade.

ISSP - Imposto Sobre Serviços Públicos. Este deveria ser nulo.

Como no serviço de transporte público, aplicaríamos o ISSP, compreende-se facilmente que não se taxa este tipo de serviço. É um ABSURDO lógico.

Impostos sobrepostos

Mas vamos mais a fundo nesta discussão. Tomemos o exemplo de um assalariado. Para princípio de todas as conversas, 10 % (dez por cento, um décimo) do salário desta pessoa é Retido na Fonte, ou seja, a pessoa não recebe. Em outras palavras, o assalariado é um 90 % por natureza. Tem outras cobranças, como a Previdência Oficial (INSS). Até aí, tudo bem, aceitamos em benefício da coletividade.

Agora vem a segunda parte do problema dos impostos. Ao ir ao restaurante, ao ir na farmácia comprar remédios, ou no supermercado, loja de eletrodomésticos, etc, você paga impostos sobre a compra de produtos. Mas, veja bem, você já foi taxado logo de saída no seu salário, por que pagar mais imposto sobre aquilo que representa seu poder de compra e também o MOTOR DA ECONOMIA. O consumidor, por mover a economia, deveria receber um BONUS, um Royaltie por manter a máquina do PRODUZ e CONSOME em funcionamento. Imposto reduz poder de compra.

Além desta visão sobre consumo reside a verdade que AUMENTA A ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS DA INDÚSTRIA. Ela é que está capacitada a pagar impostos, pela robustez e solidez de sua situação econômica. Ela é que OBTEVE A LICENÇA PARA PRODUZIR (pois o consumidor não tem este lastro econômico) POR VONTADE PRÓPRIA. A indústria faz a sua produção com base em uma LICENÇA das federações para fazê-lo. Ela não começa simplesmente a produzir. É preciso providenciar o local, obter licenças ambientais, registros, autorizações, etc.

O industrial tinha que ter esta visão. Ele é um privilegiado econômico. Ele pode fabricar e vender, diretamente ou por representantes. E estes representantes não podem ser onerados com impostos, pois estariam pagando imposto sobre imposto, e seu sustento é sua comissão, que é apenas uma fração do LUCRO que a Indústria obtém.

Diagrama

Convencionemos os seguintes parâmetros de referência com suas fontes. O Imposto de Renda Retido na fonte na sua menor alíquota é de 10 %. Segundo o Anuário Brasileiro da Alimentação Fora do Lar, uma pessoa com salário entre R$ 1 mil e R$ 4 mil gasta 21 % do salário com alimentação. Segundo a pesquisadora de problemas urbanos de Ivana Ebel, que analisou o problema das manifestações no Brasil, o trabalhador brasileiro pode gastar até 30 % do seu salário em transporte.


Veja, no final, a carga de impostos apenas sobre 2 parâmetros que fazem parte da vida das pessoas mais comuns de nossa sociedade. Quase a metade do salário do trabalhador é ENGOLIDA por impostos, gastos com alimentação e transporte. O gasto com transporte para o trabalho chega a ser maior que o da alimentação, um verdadeiro descalabro econômico e social.

Dá para entender porque a população se revoltou.






segunda-feira, 1 de julho de 2013

Vitória na Copa das Confederações não entusiasma brasileiros

Durante o jogo do Brasil contra a Espanha, final da Copa das Confederações de 2013, até que o torcedor se manifestou. Mas somente pelo momento máximo de uma partida de futebol: O GOL. Depois disto, o que se observou pelas ruas foi um silêncio.

Sim, finalmente o brasileiro compreendeu que o futebol e outras manifestações como samba, pagode, churrasco, cerveja e outros não compõem o rol de valores que constroem uma nação. Esta Revolução Constitucionalista de 2013 acordou os incautos e iludidos.

Este post tem o tamanho proporcional à importância desta Copa para os brasileiros.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Baderneiros contratados do Rio de Janeiro e São Paulo nas manifestações

Não é uma tática nova. Os Sindicatos, os Partidos Políticos e os Grupos Empresariais que almejam seus propósitos ardentemente contratam pessoas do povo para seus objetivos sem o menor pudor.

Na Roma antiga, e isto já vão uns 200 anos, as carpideiras (aquelas mulheres que choravam em enterros) já eram profissionalizadas.

De acordo com o porte da manifestação ou da passeata, a contratação destes elementos totalmente mercenários vai de R$ 50,00 a R$ 100,00. Siga o raciocínio. O cara está desempregado, ou desocupado, ou então já tem por prática fazer QUALQUER COISA por suas pedrinhas de crack ou bucha de maconha ou dose de cocaína. Chega um aliciador (os manifestantes não tomam conhecimento direto com o contratador) e oferece dinheiro, passagem de ônibus ou até o transporte por vans, falando de um serviço fácil: DESTRUIR. O cara topa na hora. Esta é a vocação do baderneiro.

Então, os recrutados da favela da Rocinha, Vidigal e outros, do Rio e São Paulo, vem alegremente para BH. E já vem com as instruções e material, como isqueiro, pano e garrafa, além de pé de cabra, estilingue, bola de gude e etc.

O método

O desordeiro anda com a passeata, repetindo os bordões da multidão. Depois de um tempo ele se desgarra com o grupo contratado e passa a depredar lojas à beira das avenidas por onde passa a multidão. As portas do tipo cortina de aço, com seus trilhos frágeis não resiste às "pezadas" (pancadas com os pés) destes vândalos.

Com as garrafas de bebida e isqueiro, eles tocam fogo, pois este maximiza o efeito de desordem. E isto faz vista na Televisão, nas fotos dos jornais impressos, etc. E a população, desinformada e trouxa, cai igual trouxa.

A Polícia Militar

E como conexão final, as patrulhas da Polícia Militar apareceram só 30 minutos depois de já estar tudo quebrado na avenida Antônio Carlos, numa verdadeira conspiração para desacreditar os ordeiros manifestantes.

Conclusão

O povo é facilmente manipulado, pois existem profissionais nos partidos, notadamente PSDB, e nas centrais sindicais, que armam estes "teatros" na rua. Estas técnicas vem do tempo do atentado na Rua Toneleiros, no Rio de Janeiro. Alguém se lembra ?

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Por que a Polícia não prende os baderneiros

As manifestações desta nossa Revolução Constitucionalista de 2013, mesmo que não surtissem absolutamente efeito nenhum, já serviram para mostrar a face oculta do poder.

Estes mesmos governantes (âmbito estadual) é que tem o controle, como ordena a constituição, da Polícia Militar (Art.144 da Constituição Federal de 1988). Eles são políticos, e agem em interesse próprio, como os brasileiros constataram.

No nosso caso, cidadãos de BH, capital de Minas Gerais, o dignitário do cargo de Governador é o senhor Antonio Anastasia. Meus caros, ele foi colocado à frente das pesquisas pela máquina estadual, orquestrada pelo senhor Aécio Neves, que também só pensa em si, que tem amizade com Fernando Henrique, o sociólogo que foi um arremedo de Presidente, do partido da elite PSDB.

A estratégia

O que conta para os empresários que financiam o governo Estadual é o interesse econômico ligado à Copa do Mundo. Ou seja, é preciso mostrar que a segurança do Mineirão está garantida.

Ah, sim, ocorrem saques nas avenidas próximas, Avenida Antônio Carlos e Carlos Luz ! Não interessa, o que interessa é a FIFA, e o estádio "dela" em BH é o mineirão. Entenderam.

E existe um outro efeito "desejável": os saques ajudam a minar (na cabeça deles) as manifestações.

E hoje, quinta-feira, 27/06/2013, um comandante da PM, falando para a Rádio Itatiaia, justificou a omissão, com esta frase:

"Evitamos o confronto com os vândalos, por cautela, para não atingir os manifestantes".

Ora, Polícia Militar, vejam o papel desonrador que o Governo, na pessoa do senhor Antonio Anastasia, está obrigando a sua corporação fazer. Isto é demais para o cidadão. O Governador está prejudicando a imagem da Polícia Militar.

Acordo com a Imprensa

Pelos bem celebrados acordos, inclusive de repasse de dinheiro e promessa de inserções, a TV e a Imprensa escrita e falada se comprometeram a divulgar somente os pontos negativos das manifestações. Nenhum mostrou em vídeo ou áudio os discursos dos líderes, e muitos aconteceram. Não mostraram, em nome de uma ética podre, os torcedores no Mineirão, no Brasil e Uruguai, gritando:

Ei, Globo, vai tomar no ....

Realmente o respeito e a ética com o povo não tem lugar num estado onde governam as crias de Aécio Neves. No ano de 2011, o Governo Estadual repassou mais de R$ 165 MILHÕES para veículos de publicidade em geral. Este dinheiro poderia ter um uso muito mais objetivo naquilo que é a real atribuição de Governos Estaduais.

Conclusão

Cidadão, o Estado não está a seu serviço. O Governador Anastasia não está a seu serviço. E a Polícia não tem autonomia para fazer cumprir a lei. O ideal é que o comando da Polícia fosse independente ou em conjunto com autoridades do Exército (pela sua visão estratégica), que ao verem a baderna nas ruas, dissociada de um movimento cidadão, ordenaria a divisão da tropa.