segunda-feira, 25 de julho de 2011

Pânico no Verdinho - Mulher morta na noite de sexta-feira

Os tiros disparados na lanchonete Subway, defronte ao tradicional Restaurante Verdinho, bairro São Bento, em Belo Horizonte, na noite de sexta-feira (22/07/2011) provocaram pânico no Restaurante.

Alguns fregueses e garçons viram um clarão vindo da lanchonete Subway, e alguém gritou: "é tiro". Imediatamente os fregueses adentraram o Verdinho na parte mais interna para se proteger. Garçons e fregueses tremiam diante do inesperado. Logo alguém chamou a polícia, que demorou uns dez minutos para chegar. Alguns fregueses viram o homem de capacete subir a rua Iracema Pimenta e o um outro fugir de moto na direção oposta.

Mesas e cadeiras foram jogadas e para os lados, quando as pessoas foram tomadas pelo pânico.

Se o tiroteio tivesse evoluído, os fregueses do Verdinho certamente seriam atingidos, pois no fim de semana a região, que também abriga o Pizzarella, fica muito movimentada, além de um outro restaurante que fica ao lado da Subway.

Uma situação como esta é inadmissível na zona nobre de Belo Horizonte, prova de que algumas regiões são relegadas ao abandono de segurança pública.

SAMU

Somente após 30 minutos com a moça agonizando é que o SAMU chegou ao local.

Zona de comércio

Considerando-se a confluência destas ruas, a presença de um Shopping, e residências de alto valor, é justo que a associação do bairro e os vereadores e deputados que elegeu se unam para pedir policiamento, ou contratar vigilância particular, em vista da "orfandade" de segurança em que foram deixados. Cabe um ofício às autoridades para que tomem providências e cesse o discurso de que "violência tem em todo lugar". Isto é conversa de acomodados, preguiçosos e inúteis.

sábado, 23 de julho de 2011

Mulher morta próximo ao Verdinho - Bairro São Bento

A falta de cuidado com o entorno da avenida Cônsul Antônio Cadar e rua professora Iracema Pimenta rendeu mais um "fruto". Ontem (22/07/2011), uma mulher foi morta em frente ao tradicional Bar Verdinho, avenida Cônsul Antônio Cadar, no Shopping São Bento. O crime se deu no interior de uma das lojas da franquia Subway Lanches. O assassino, com capacete de motoqueiro, subiu a rua Iracema Pimenta, depois rua Antares, e se evadiu pelo beco no fim da rua. O marginal que lhe dava cobertura fugiu em um Pálio prata, de acordo com um morador que viu o final da ação criminosa pela janela de seu apartamento, após ouvir 3 tiros e gritos de uma mulher.

A vítima foi a empresária Giuliana Miquilino, de 38 anos, que estava acompanhada da prima, e já com passagem comprada para voltar à cidade de Peçanha com a filha.

Providências

Chamada a PM, mesmo com o 22º Batalhão bem próximo, a primeira viatura chegou 10 minutos depois. Em tentativas de homicídio, com tiros, 10 minutos é uma eternidade. E o SAMU demorou 30 minutos, mais que uma eternidade para quem levou dois tiros.

Já ligamos para o SAMU, certa vez, e a quantidade de perguntas que o médico faz, para uma pessoa que está desnorteada deste lado da linha, é enorme, e pura perda de tempo. Apesar dos trotes, é preferível que a equipe se prepare enquanto o médico está na ligação, do que ficar conferindo se é um caso real ou não. Quem tem o preparo e a frieza necessários para avaliar alguém agonizante são os médicos e enfermeiros, e não o cidadão comum.

Precedentes

A lanchonete em questão já foi assaltada 3 vezes, e, segundo os moradores, o dono da lanchonete contratou seguranças para o período noturno.

Na esquina citada, um imóvel abandonado, ex-Shopping da Noiva (Lilita Noivas), que está para alugar tem muito tempo, virou coito de marginais e mendigos. Está tudo sujo em volta, e estes malandros estão ali vivendo, dormindo, comendo e sujando. Já foi dada queixa à Prefeitura, mas nada foi feito.

O bar do Frade, tradicional, próximo dali, está desocupado e por alugar tem quase um ano. Outros imóveis próximos, que não alugam devido ao preço irreal que estão pedindo por eles, também estão abandonados. O entorno desta avenida próximo ao Verdinho está tomado por mendigos.

O bairro também, pasmem, tem casas abandonadas. Como pode um lugar tão valorizado se permitir isto.

Versão Oficial

A versão dada pelos noticiários, um tanto duvidosa, é a de que o criminoso tencionava matar um policial que estava à paisana na lanchonete, e então começaram a trocar tiros. Ora, se o policial estava à paisana, foi algo encomendado. E se o criminoso se evadiu para o beco próximo, estava a mando dos traficantes locais. Como a área de atuação do policial é a Pedreira Prado Lopes, vê-se claramente a ligação entre traficantes em BH, pois o criminoso sabia onde se acoitar após a ação.

Seria este policial à paisana o segurança noturno contratado ? Foi então uma tentativa de assalto ?

Furtos a veículos

Quem estaciona na subida da rua Iracema Pimenta, à noite, tem seus vidros dos carros quebrados, e pertences furtados. As patrulhinhas da PM passam de vez em quando, mas não conseguem pegar os meliantes. É preciso vigilância.

Não existe uma presença ostensiva da Polícia Militar, necessária em área comercial. O princípio utilizado pelas autoridades de segurança, de fazer o levantamento estatístico de ocorrências, para distribuir as patrulhas não é satisfatório, pois os meliantes migram para as áreas menos policiadas. E o absurdo é a localização do 22º Batalhão da PM na barragem Santa Lúcia, bem próximo ao local do crime.

O Beco da rua Antares

Uma entrada de beco em uma região nobre como é a do São Bento NÃO PODE TER UM BECO exposto, como rota de fuga para marginais. O beco tem que ser fechado. É problema de lógica e segurança.

Contato com autoridades

Foi feito contato através do site do Vereador Léo Burguês, pelo Fale Conosco, para dar ciência da situação do bairro dias antes.

Foi feita reclamação junto à Prefeitura, para dar ciência da presença de mendigos, mas não notamos mudança no quadro geral.

Quem sabe se nossos pedidos tivessem sido atendido e esta morte não tivesse sido evitada ?

terça-feira, 19 de julho de 2011

Lei seca

Antes os acidentes eram só estatísticas, eventos raros de se ver. Alguém dizia, eu vi uma batida, eu vi um caminhão tombar, e nós quase não acreditávamos, pois eram raríssimos.

Agora, de uns 5 anos prá cá, somos testemunhas de motoqueiro caindo, motorista subindo no passeio, ônibus derrubando poste, e o pior, acontecendo na nossa frente, e pelo menos uma vez por semana. Notícia de colega que perdeu parente em 381, 262 ou BR-040 é toda semana. O raro virou cotidiano. Tem muita gente na rua, se abrogando direitos de motorista só porque tem a carteira, e ela só corresponde a uma autorização para gente responsável.

A bebida

Praga maldita do álcool. Parentes e colegas já se chafurdaram nesta merda de álcool, vendido como se fosse água, em prol do lucro. Ainda tem bobo que diz coisas como:

Você tem que ser responsável ao beber

Só bebe quem quer

Eu bebo sim, estou vivendo. Tem gente que não bebe e está morrendo

Eu só bebo socialmente

Malditas frases. Parece até que, após experimentar, pessoas que já tem em seu código genético "simpatia" pelo álcool, vão conseguir se controlar.

A bebida e o PIB

A manutenção de planos de saúde dos dependentes, despesas com tratamento e os males sociais para a família do alcoólatra são tão grandes, que até a nossa economia é afetada. Estas pessoas são menos braços para trabalhar e mais bocas para alimentar e manter com remédios. Sua produtividade é negativa, e afeta a quantidade de bens que o país produz. Precisamos de bens de consumo, e não de remédios. Precisamos de operadores de máquinas, vendedores, entregadores, e não de pacientes em clínicas de recuperação.

A bebida e a direção automobilística

Na primeira infração por embriaguez, a carteira do infeliz deveria ser retida por 4 anos, e para readquiri-la, o indivíduo teria que provar que fez tratamento, e que não é mais dependente. Chega de meias medidas. Gente desta laia tem que ser tirada da rua sumariamente. Não é preciso julgamento para motorista que é parado, e para sair do veículo precisa do policial para apoiá-lo, pois não consegue sequer ficar de pé.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Região centro-sul - Concentração dos taxis

Belo Horizonte tem 9 regiões, entre elas a centro-sul, a mais movimentada, sendo a segunda região em população, mas a primeira em densidade populacional, onde corre a maior parte do capital financeiro da cidade.

Por ter estas características, um motorista de taxi faz 4 vezes mais corridas, em média, nesta região do que nas demais. A média é de 16 por dia, mas fora da região centro-sul pode cair para 4 apenas. Daí motoristas se deslocarem de tão longe para servirem, com razão, os pobres passageiros de taxi da região citada, que mesmo com esta concentração de taxistas, estão à míngua. O número de taxis para a região centro-sul, e só ela, é insuficiente.

O trânsito também tem colaborado para formar um cordão de isolamento que impede que os úteis taxis possam retornar aos seus pontos nesta região. Isto mostra uma tendência que não se observa só em Belo Horizonte e nem só nas capitais brasileiras. Em todo o mundo, com raras exceções, as cidades se desenvolvem mais para a região sul. Isto se reflete até no desenvolvimento em relação aos estados, como se observa no Brasil. Os estados do sul são os mais desenvolvidos.

O fenômeno é muito interessante.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Regularização da profissão de taxista

Profissão solitária, de alto risco e desordenada é a de taxista.

Existem 4 tipos destes:

O proprietário que dirige;
O proprietário sanguessuga;
O diarista sofredor;
O motorista a salário;

Um tio da minha esposa foi taxista dos anos 50 a 80 mais ou menos. No final da vida tinha só a casa e os filhos que o ajudavam pouco ou nada, Este é o fim dos profissionais que, no auge da saúde, não pensam na velhice.

Agora o governo quer, com justiça, regularizar a profissão com base nos quatro tipos citados. A placa vai ser bem de herança, porque não houve jeito de tomar de volta as mesmas, alegando o desgastado argumento de concessão. Fazer isto seria o mesmo que Portugal reinvindicar o Brasil de volta, pois poderia alegar que nos deu o país por CONCESSÃO.

As prefeituras não precisam possuir o serviço de taxi municipal. Elas precisam é melhorar o transporte público e regulamentar as variações que surgem como solução para uma demanda especial que surge. Ou seja, ela tem que preocupar com o transporte de massa, com as artérias rodoviárias dos grandes centros, com a sinalização, com a fiscalização e com as multas.

Prefeitura não tem que se preocupar excessivamente com exceções. E a preocupação com a tal licitação que não vem foi excessiva, inócua, ridícula e deletéria. Belo Horizonte precisa é do metrô. Se não existe coragem, competência e fundos para pagar desapropriações, é preciso recorrer ao governo estadual e depois ao federal.

Motorista de taxi é exceção (5 mil em milhões), portanto, é preocupar só em fazê-los cumprir as leis de trânsito, impedir concorrência desleal e cobranças excessivas. O que passar disto é perda de tempo.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mendigos e o tráfico de drogas

Mendigos são presenças com as quais as pessoas não se importam muito. E pessoas que passam despercebidas são muito úteis como intermediárias do tráfico de drogas.

Como explicar mendigos que dormem na rua, estão razoavelmente limpos, somem durante o dia e retornam de noite ? E o principal, como explicar mendigos com um bolo de notas da moeda nacional ?

Pois é, cidadãos da metrópole de Belo Horizonte, isto está acontecendo bem debaixo do nariz das autoridades, e por culpa delas próprias. Se você liga para a Polícia Militar, eles informam que não podem fazer nada caso o mendigo esteja se comportando bem. Nem mesmo o fato de fazerem as necessidades na rua (ameaça à saúde pública) é levado em conta como ponto negativo, e chegamos a ouvir que:

"Toda mansão de Belo Horizonte tem um mendigo na frente"

Ora, todos sabemos que se um mendigo fizer "ponto" na frente de uma mansão da Pampulha ou Belvedere, logo a Polícia cuida de expulsar, pois o milionário dono da mansão liga para o governador ou secretário de segurança.

Concluindo, todas as condições criadas por leis hipócritas, que esperam primeiro o crime para depois correr atrás, favorecem estes "olheiros" e "aviões" do tráfico.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Compra e Aluguel de Imóveis - Hipervalorização e abandono

O mercado de imóveis em Belo Horizonte se aqueceu a níveis irreais. Nas áreas nobres, não se respeita o coeficiente de 0,6 % para aluguéis, e a coisa piora para imóveis com possibilidade de exploração comercial. Os proprietários esperam um bilionário do petróleo que concorde com aluguéis de até 5 vezes este índice. E o xeique árabe dono de poços de petróleo não aparece.

Em esquinas de grande potencial comercial, os imóveis estão ficando parados, sofrendo danos na fachada, enfeiando o bairro e se tornando abrigo de mendigos, local de estoque de mercadorias de vendedores ambulantes ou filial de "cracolândia". A Prefeitura de Belo Horizonte tem que tomar providências multando os proprietários relapsos. É melhor que aliguem por menos do ter que pagar multas.

Mas como tem muito ricaço que nunca moveu um dedinho para ganhar um centavo, pois papai dava tudo, eles não se incomodam. Colocam advogados para entrar em acordo com a Prefeitura, diminuem o valor da multa ou usam os canais da corrupção para eliminá-las.

Se você tem um imóvel nesta situação perto de sua casa, dê queixa na Prefeitura, telefone 156. Vamos fazer estes proprietários irem pagando multas e serem incluídos na dívida ativa. Quando forem receber a herança, ou vender e comprar imóveis, ou abrir uma empresa, primeiro terão que sanar a dívida com a Prefeitura. Vamos importuná-los, como eles tem nos importunado.